Dicas para África do Sul – Kruger Park

E aí, pessoal!

Mais um post bem aleatório que estava há mil anos para escrever e sempre enrolava. Tenho aqui 4 dicas super básicas, mas legais pra ajudar quem está indo pra África do Sul, em especial pra Joanesburgo e para o Kruger Park.

Dica 1 – Trocar Dinheiro no Aeroporto

Chegando no aeroporto de Joanesburgo (ou Joburg como os locais chamam), existem umas 5 casas de câmbio, uma do lado da outra, encostada mesmo. E o preço pode variar muito de uma pra outra. Então, ao invés de já trocar na primeira, pergunta a cotação em cada uma e depois decide. Você vai gastar uns 5 minutos a mais no aeroporto, mas pode economizar uma graninha boa.

South African Airlines - Joanesburgo - Aeroporto

Dica 2 – Carro alugado com antecedência para o Kruger Park

Não cometam a besteira que eu cometi. Fui para a África do Sul a trabalho, para participar de uma convenção de turismo que aconteceria em um hotel dentro do Kruger Park. Meu aeroporto de chegada era o Nelspruit, lá no sul do parque, e o portão de entrada no parque seria o Malelane. Como cheguei um dia antes, não tinha nenhum transfer da convenção agendado para me pegar. Mas pensei: “chego lá e pego um táxi, Uber, ônibus…”. Ledo engano.

No aeroporto, não tinha táxi ou qualquer serviço de ônibus pro parque. Nada nada! E pra melhorar a situação, devia ter umas 5 empresas de locação de carro. Nenhuma, absolutamente nenhuma, com carro disponível. Bateu aquele leve desespero e a mulher do balcão de informações me ajudou, ligando para uma empresa de carros particulares de luxo, única solução disponível. Como esperado, paguei uma nota pela burrice de não me preparar.

Então, amiguinho, tá indo pro Kruger Parque? De duas, uma: ou já aluga um carro em Joanesburgo e dirige até lá (minha sugestão) ou já reserva um carro no aeroporto perto do parque com antecedência! Não sejam um Diego da vida!

Kruger Park - Safari - Africa do Sul

DICA 3 – Aluguem um Carro 2

Como assim? Tá repetindo dica? Mais ou menos. Agora a dica vai para os passeios que você vai fazer no Kruger Park. Lá, dependendo do hotel que você vai ficar, eles oferecem uns safaris muitos legais. Safari diurno, noturno, a pé (sim… fiz esse e dá um medo do carai!). Mas se você tem um carro, você tem a liberdade de fazer o próprio safari, a hora que quiser. O parque tem estradas internas muito boas e a cada quilômetro que você anda, mais bichos vai vendo. De todos os tipos e tamanhos. Então, mais uma vez, alugue um carro. Você vai curtir muito mais e não ficar preso aos passeios oferecidos pelo hotel. Sem falar que os passeios do hotel tem número mínimo de pessoas. Se não completar, eles cancelam o tour e pode ser um dia perdido pra você dentro do Kruger.

Kruger Park - Pumbas Safari Africa do Sul

Dica 4 – Reserva pelo site do SANParks

Não sei exatamente como funciona porque eu fui pra um evento e tudo já foi reservado pra mim pela própria organização. Mas pelo que sei, pra quem quer dormir em um dos hotéis dentro do Kruger, tem que fazer reserva e ver a disponibilidade no site da SANParks (South African National Parks).

Tá aí o endereço: https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_Kruger

Kruger Park - Safari Noturno - África do Sul

Bom… tão aí. 4 diquinhas básicas mas que podem te ajudar bastante.

Até a próxima!

Beijos no coração!

Termas de Puritama – Atacama, Chile

E aí, Brasil?!

No último post eu falei que iria dar algumas dicas sobre a Bolívia e o tour que fiz pra lá, indo e voltando de San Pedro de Atacama.

Mas… acabei de editar o vídeo que fiz sobre o passeio para as termas de Puritama, no deserto do Atacama mesmo. Então vou pular aquele post por um momento e volto em breve.

Sobre esse passeio, ele é bem tradicional pra quem vai pro Atacama. Mas geralmente, você paga só pra ir até lá, toma um banho em algumas das piscinas termais e já era.

O passeio que eu fiz foi um pouco diferente. Eu fiz com o lodge Explora e esse é um tour exclusivo deles. Ainda mais porque eles são donos do terreno onde estão as piscinas. Então a primeira piscina natural (e a mais limpa de todas) é só pra quem faz o passeio com eles mesmo.

E além disso, não foi só um batidão ida-e-volta. O passeio é um pouco mais completo. Rolou um trekking de mais ou menos 2h30 pelo vale Puritama até chegarmos lá nas hot springs. Depois de chegar, tivemos um tempinho bom para relaxar na piscina. Por último, depois de sair da água, eles te esperam com um roupão e te servem um almoço ali mesmo.

Mas chega de enrolação. Bora pro vídeo porque é muito mais legal:

Espero que gostem!

Beijos!

O Zé tá de volta!

O Onde É que Tá o Zé foi um blog que criei em 2009 me dava muito prazer, justamente no momento que comecei a dar meus primeiros passos viajando sozinho por esse mundão.

E sabe como é né?! a vida vai ficando atribulada, novos projetos aparecendo, e isso aqui foi ficando de lado.

Diego Zé
Puerto Varas – Chile

Mas o blog sempre estava em um cantinho do coração, pedindo pra voltar. Passei o ano todo de 2015 pensando numa volta, novo design, novo formato, um bando de coisa… E quando via, já estava enrolando de novo, 2015 acabando, e nada do blog voltar.

Sendo assim, num surto que bateu no dia de hoje, resolvi largar a preguiça e já fazer esse post (re)inaugural. Assim do nada mesmo. Sem muito planejamento, sem muita conversa. Vamos dar o primeiro passo e no caminho, ajustando o que eu achar necessário. Mas pelo menos assim, já começamos.

A título de curiosidade, nesses anos sem postar acabei virando servidor púbico, concursado da Embratur, que nada mais é que o órgão de promoção turística do governo, dedicado aos turistas internacionais. A missão do Instituto é trazer turistas estrangeiros para o nosso país e assim, diminuir esse déficit tão grande no turismo brasileiro.

Chegando na Embratur fui alocado em uma coordenação que trabalha os diferentes segmentos turísticos brasileiros. Cada analista da área cuida de um e eu, especificamente, tirei a sorte grande e cuido do Ecoturismo e Turismo de Aventura. Vocês não sabem a satisfação que me dá poder trabalhar com isso. Tanto pelo segmento, que é uma paixão minha, quanto pelo fato de poder fazer algo pelo turismo nacional e melhorar a situação de muitos brasileiros que vivem disso.

Também, nesses quase 3 anos de Embratur, pude fazer algumas viagens a trabalho, tanto para o Brasil quanto para o exterior. Sendo assim, tenho uma série de posts guardados na cabeça, dicas para viajantes, que estão aqui suplicando para serem postadas. Juro que tentarei me lembrar ao máximo de tudo que vivi.

Sem mais delongas, é isso! O Onde é que tá o Zé está de volta! Espero que gostem!

Beijos no coração, tchurma!

Tailândia – Parte 02

O Zé tava na Tailândia de novo.

Continuando o post anterior, só que agora pra falar de uma indústria que os tailandeses sabem aproveitar e muito bem por sinal: o turismo. A começar pela atratividade da moeda, o bath. Na época que estive por lá (abril do ano passado) um dólar equivalia a 35 baths. Então para cada 1 dinheiro que eu tinha nos Estados Unidos, eu tinha 35 na Tailândia. É claro que o custo de vida não é igual, mas essa diferença para quem viaja vale muito.

Só pra comparar, a média de preço de um albergue nos Estados Unidos é de 25 a 30 dólares, em quartos que você terá que dividir com mais umas sete cabeças. Enquanto isso, fiquei em um hotel à beira da praia em Ko Pangan, uma ilha paradisíaca e incrível , e a diária me custou 5 dólares. =O

Algumas outras comparações:

Lata de coca-cola = 10 bats (30 centavos de dólar)

Garrafa de 600 ml da cerveja Chang = 25 baths (70 centavos de dólar)

Casquinha do McDonald’s = 7 baths (20 centavos de dólar)

Além desse atrativo, a Tailândia possui ilhas e praias belíssimas e com um cenário muito diferente do que vemos no Brasil. Algumas das ilhas são tão paradisíacas que muitas vezes eu estava na praia e não via mais ninguém. Era eu, a praia e Deus. =D Numa delas inclusive (Ko Phi Phi), foi filmado aquele filme “A Praia” (aquele bem fraquinho com o Leonardo di Caprio).

E a Tailândia está sabendo aproveitar muito bem isso. Tanto em campanhas publicitárias para estrangeiros como na estrutura interna para receber os turistas. Pesquisando rápido no google encontrei três sites sobre o país, todos voltados ao turismo, bastante atrativos e de fácil acesso. Disponibiliza tours, informações sobre hotéis e restaurantes, pontos turísticos, etc.

Já o Brasil

No âmbito interno, em todas as cidades que passei (sete ao todo) era muito fácil me comunicar. Todos falavam inglês, ainda que básico. Do motorista de tuk-tuk ao cara que carregava as malas para o barco, da atendente do mercadinho ao vendedor insetos fritos, não encontrei dificuldade alguma. O inglês deles dava de dez em muito marmanjo de curso superior do Brasil.

Sem contar as inúmeras casas de cãmbio. Nas ruas principais era comum encontrar de duas a três por quarteirão. Dificuldade zero para nenhum estrangeiro ficar sem dinheiro.

Vê se aprende com a Tailândia, Brasil!

Onde é que tá o Zé?

O Zé tá no Brasil.

Em Brasília, especificamente.

Mas no ano passado, eu, Diego Arelano, mais conhecido como Zé, estive viajando por alguns lugares desse mundão. Alguns mais perto, outros mais longe. Bem longe! Mas em todos pude perceber aspectos que se diferenciavam ou mesmo se assemelhavam a esse nosso Brasil Varonil. E agora, nesse espaço vou poder dividir um pouco das experiências e observações feitas por aí.

Então é isso. No maior estilão “Where the hell is Matt?”, faça suas malas que o Zé já tá partindo.