E meu 2016 foi assim!

Meio atrasado mas pra não deixar passar batido, fiz um vídeo com todas minhas viagens que fiz ano passado. 2016 pode ter sido ruim em vários aspectos, mas acho que fiz do limão uma limonada. Espero que gostem:

Viagens:

  1. África do Sul (Kruger Park e Johannesburg)
  2. Pantanal (Corumbá – Mato Grosso do Sul)
  3. Bonito (Mato Grosso do Sul)
  4. Foz do Iguaçu (Argentina e Brasil)
  5. Vale do Jequitinhonha (Brasil)
  6. Hungria (Budapeste)
  7. Croácia (Hvar, Omis e Zagreb)
  8. Repúbilca Tcheca (Praga)
  9. Eslovênia (Liubliana)
  10. Yellow Stone Park – EUA
  11. Cody – EUA
  12. Sun Valley – EUA
  13. Seattle – EUA
  14. Anchorage, Alaska – EUA

Ficou com vontade de viajar pra algum desses lugares e quer dicas? Me manda uma mensagem aqui nos comentários e a gente bate um papo! Vou ficar muito feliz em ajudar!

Bonito, MS – Parte 01

O Zé tá em Bonito, Mato Grosso do Sul!

Dando uma pausa nas viagens internacionais, agora é a vez de mostrar esse Brasilzão. Explicando rapidamente, tô envolvido na organização da Adventure Week, um evento internacional de Turismo de Aventura que ocorrerá no Pantanal (Corumbá) e Bonito, Mato Grosso do Sul. Agora no começo do ano fui definir o itinerário do evento que será em abril e fizemos um treinamento com operadores locais. Como em Corumbá fiquei apenas 2 dias, vou deixar pra contar depois do evento de abril. Em Bonito eu fiquei 4 dias. Dá pra explicar um pouco melhor. Bora lá!

Primeiro, se você quer ir a Bonito, tenha em mente: programe-se com MUITA antecedência. Tem vários passeios lá que durante a temporada (dezembro a março) ficam sem vaga mesmo. Não adianta chorar, chamar a mãe, o papa, não vai entrar e acabou! Se for na baixa tem mais chances, mas mesmo assim, recomendo contatar uma agência local para verificar preços, disponibilidades e já reservar.

DIA 01

O primeiro passeio que fiz foi a flutuação no Rio Sucuri. Esse é um dos passeios de flutuação mais famosos, junto com a flutuação do Rio da Prata. Os dois custam em média 200 legais (varia um pouco na alta e baixa) e possuem uma certa diferença. No Rio Sucuri tem menos peixes, mas a água é muito azul. Parece um recife de corais. Já o da Prata a água não é azul, mas tem muitos peixes. Mais aquário natural style. Minha recomendação: faça os dois. Se tiver curta a grana, acho que eu escolheria o do Rio da Prata. Mas faça um esforço para os dois que vale.

Água azul do Rio Sucuri
Água azul do Rio Sucuri

A tarde tivemos que fazer visita técnica em muitos atrativos e por isso não deu pra fazer as atividades de fato. Terminamos o dia jantando no restaurante Casa do João. BOM DE-MAIS! Pra quem é fã de peixe, vai se esbaldar. Saudades só de pensar! haha

Bonus info: o Rio Sucuri não tem esse nome porque lá tem muita sucuri. O nome vem do formato do rio. Olhando de cima, parece uma cobra!

Rio Sucuri - escultura na frente da fazenda
Rio Sucuri – escultura na frente da fazenda

DIA 02

Abismo Anhumas
Abismo Anhumas

No segundo dia fui visitar o Abismo Anhumas! Passeio sensa. É o mais cara do Bonito (por volta de R$ 700) mas vale muito a pena. É basicamente um buraco que se abre em um salão do tamanho de um campo de futebol, 72m abaixo do solo. Um salão alagado. O lado do Abismo tem mais 80m de profundidade. O treco é de outro mundo!

Para fazer o passeio, depois de agendar, você deve fazer um treinamento um dia antes na sede no centro da cidade. Eles te ensinam a fazer o rapel e subir na corda (sim, você voltará 72m no braço) e também te dão instruções como: compre um lanchinho pra levar pro buraco.

Abismo Anhumas - Treinamento

Detalhe importante: apenas 20 pessoas podem fazer o passeio por dia. Então esse é outro passeio que você deve agendar com bastante antecedência.

Abismo Anhumas - foto de dentro
Abismo Anhumas – foto de dentro

Agora contando sobre o passeio, o negócio é o seguinte: primeiro você e sua dupla (descem dois por vez) descem no buraco fazendo um rapel de 72m. É bem legal. Eles recomendam que você não pare para apreciar a vista na descida porque terá muito tempo na volta pra fazer isso. hehe

Rapel feito, você cai na plataforma na água e vai pra um deck esperar o resto do grupo. 6 pessoas prontas, começa o passeio de barco. O guia faz um tour de bote por toda a caverna explicando a história do local e as formações rochosas. Voltamos pro deck e é hora de colocar as roupas de neoprene. Todos prontos, bora pra água. Fazemos um tour guiado também. O guia vai na frente flutuando com uma lanterninha na mão. É bem massa também. Para os que tem curso de mergulho, podem fazer a atividade como opção à flutuação.

Por último, voltamos pro deck e vamos nos trocar, colocar roupa seca e… esperar! Sim, dependendo da ordem que você chegou, vai esperar bastante. Por isso o lanche. Chegou a sua vez (e da sua dupla) de subir, segura na mão de Deus e vai. Vocês tem que subir os 72m tudo de volta na corda. A subida demora em média 20 a 30 min, dependendo do fôlego do caboclo! Para os que não tem preparo ou estão impossibilitados por algum motivo, podem pedir o resgate. Aí o pessoal lá reboca você até em cima. Mas se tá jovenzinho, na flor da idade, vá no braço, meu filho! Vale a pena! Tanto pela experiência como pela vista.

Voltando pra cidade, fomos almoçar e pela tarde tivemos reunião o dia inteiro. No final do dia fizemos uma visita à Fábrica de Cachaça Taboa. Também muito legal. Não me lembro exatamente o preço mas não era nada pesado. Posso estar errado, mas acho que era por volta de 30 dilmas. No final do passeio você pode provar uma caralhada de sabores de cachaça. Cuidado pra não sair torto de lá!

Acabado o passeio da Fábrica da Taboa, fomos tomar uma gelada no bar da Taboa, no centro da cidade. Aí foi bão. Cerveja e petiscos. Que mais precisa?

Por enquanto é isso. A parte dois vem já já!

 

Onde é que tá o Zé?

O Zé tá no Brasil.

Em Brasília, especificamente.

Mas no ano passado, eu, Diego Arelano, mais conhecido como Zé, estive viajando por alguns lugares desse mundão. Alguns mais perto, outros mais longe. Bem longe! Mas em todos pude perceber aspectos que se diferenciavam ou mesmo se assemelhavam a esse nosso Brasil Varonil. E agora, nesse espaço vou poder dividir um pouco das experiências e observações feitas por aí.

Então é isso. No maior estilão “Where the hell is Matt?”, faça suas malas que o Zé já tá partindo.