Puerto Varas – Chile (Parte 02)

Continuando o post, falo agora sobre os passeios que fiz.

Como fui a trabalho (entre os dias 3 e 10 de outubro), o tempo fica curto pra conhecer tudo do local. Então, no meu pouco tempo de folga, tive que priorizar alguns passeios. Eu só teria dois dias cheios livres.

Fui em uma agência próxima ao meu hotel, na rua San Pedro mesmo. Se não me engano, se chamava Trip to Chile e tinha um atendente que falava português fluente.

Para o primeiro dia escolhi fazer um passeio que era um Combo: Visita ao Parque Nacional Vicente Pérez Rosales + Passeio de Barco pelo Lago Llanquihue + Subida ao Vulcão Osorno. Custou por volta de 25 mil pesos (mais ou menos 35 dólares) e achei um bom custo benefício.

Começamos o dia em uma das entradas do Parque Nacional, justamente a que dá acesso à trilha do Salto do Petrohue. O van parou na entrada, onde pude tomar um café com leite antes de começar a andança. No Parque existem outras trilhas, mas como era um passeio composto para um dia, ficamos só na trilha que levava ao Salto. Mas não deixou nada a desejar. A vista é linda do mirante!

Salto de Petrohue
Salto de Petrohue

Depois de voltar à van, fomos fazer um passeio de barco, que dava uma volta no Lago Llanquihue. O passeio parece bem legal, pois dá para ver todos os dois vulcões e outras montanhas cheias de neve em volta. Daria! A gente devia estar com alguma urucubaca que fechou o tempo e ficou cheio de nuvens. Os vulcões ficaram só na imaginação. =(

Lago Llanquihue
Lago Llanquihue
A vista lá de cima do Vulcão Osorno começou assim
A vista lá de cima do Vulcão Osorno começou assim

Acabado o passeio de barco, voltamos pra van mais uma vez e fomos para a subida do Vulcão Osorno. Ele é um vulcão bem pontiagudo e bonito. Parece aqueles de filme mesmo! hehe Lá paramos no restaurante que fica no pé do teleférico (mais ou menos metade da subida) para almoço. Muito bom o restaurante, por sinal, e não praticava preços abusivos, como muitas vezes vemos em restaurantes de estação de esqui praticam.

A má sorte do dia ficou por conta do tempo. Como falei, estava fechado, cheio de nuvens, e por isso, a parte de cima do vulcão estava fechada e não pudemos subir. O jeito foi fazer um pequeno trekking por ali mesmo. Não foi o ideal, mas deu pro gasto. A vista compensava!

Mas depois terminou assim!
Mas depois terminou assim! Vulcão Osorno

Por causa dessa porcaria de tempo, o passeio estava acabando mais cedo. Por isso, nosso guia decidiu nos levar então à Lagoa Verde, dentro do Parque Nacional Vicente Pérez Rosalez. A trilha era pequena e chegamos a uma lagoa bem verde mesmo, fazendo jus ao nome. Ela tem essa coloração por causa de uns microorganismos que vivem lá, mas pra falar a verdade, não me lembro bem a explicação do guia. hahaha

Indo para o segundo dia, o passeio que fiz foi junto com o pessoal do evento que estava participando. Minha opção seria outra, mas decidiram conhecer o povoado de Peulla.

Cachoeira Lago Todos los Santos
Cachoeira Lago Todos los Santos

Peulla é o último povoado da fronteira com a Argentina, que fica oposta à Bariloche, separados pela Cordilheira dos Andes. Só se chega por barco, através do Lago Todos os Santos (outro lago bem grande). Demora um pouco e, inclusive, temos que passar pelo posto de imigração para chegar lá. Peulla é muito pequeno, um paraíso que vive da natureza mesmo, e tem cerca de 120 habitantes. Sua grande maioria, famílias de militares.

Na viagem de barco tivemos alguns comes e bebes e pudemos aproveitar uma vista sensacional. Ao longo de todo o percurso podiam-se ver montanhas com o pico de gelo e cachoeiras que desembocavam no lago. Foi muito legal mesmo!

Chegando em Peulla, já fomos direto para um grande ônibus para um safari fotográfico. Como chove muito, os guias nos ofereceram grandes capas de chuva que vieram a calhar!

Terminamos fazendo uma visita à única escola do povoado. Como é muito pequeno, só possuem um professor para 6 alunos (no ano de 2015). Cada um em uma série diferente. O professor tem que se virar para passar o conteúdo para todos! hehe

Pronto! Vamos parar por aqui que já escrevi demais. Amanhã escrevo o último post da série. Salud!

Autor:

Diego Arelano, vulgo Zé. De onde veio singela alcunha? Do meu nome caricato de novela mexicana, Diego José, que meus pais resolveram dar em homenagem a cada um dos avós! hehe Fora isso, o Zé é um cara curioso e meio demorado que ainda tem uns 200 países pra conhecer. Palmeirense e publicitário formado pela Universidade de Brasília. Atualmente trabalha na Embratur, órgão de promoção turística internacional do governo.

Fala que eu te escuto!

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